domingo, 25 de setembro de 2011

Soldados ou Oficiais...?

"Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais
estar firmes contra as astutas ciladas do diabo" (Efésios 6:11).


Um grupo de recrutas estava fazendo uma prova escrita.
Quando um deles foi questionado sobre o motivo pelo qual não
estava fazendo a prova, respondeu: "Senhor, eu não tenho
lápis e nem papel". "Bem!" exclamou o instrutor, "o que você
pensaria sobre um soldado que entrou na batalha sem nenhum
rifle nem munição?" O recruta pensou por um momento e,
então, respondeu: "eu pensaria que ele era um oficial, senhor."

Muitos cristãos, atualmente, pensam que são "oficiais" no
exército de Deus e não têm nenhuma necessidade de armas
espirituais. Na realidade, fomos chamados para servir. Somos
todos soldados, desde o líder até o mais humilde dos
cristãos. Somos todos iguais, com as mesmas
responsabilidades, com os mesmos propósitos, necessitando
das mesmas armas do Espírito. Temos todos a mesma alegria,
as mesmas bênçãos a mesma felicidade de poder contar com a
companhia e ajuda do Senhor Jesus.


Não devemos menosprezar o inimigo! Não podemos crer que não
precisamos de Deus, que não precisamos de Sua armadura, que
não precisamos de Sua intervenção nas horas difíceis e
angustiantes. Não somos "oficiais"! Somos soldados! O
"Oficial" é o Senhor. Ele nos comanda, nos orienta, nos
anima, nos fortalece. E as armas que Ele nos oferece são
perfeitas e indestrutíveis. Com Sua armadura e Suas armas
nós poderemos lutar sem temor, sem dúvidas, certos da vitória!


Se você continua se julgando um filho de Deus que não
necessita de qualquer ajuda, se continua indiferente a tudo
que Deus quer lhe dar, se crê que é forte o suficiente para
vencer o inimigo sem ajuda, engana-se completamente.
Apresente-se diante do Senhor para receber a armadura que
Ele lhe tem preparado. Só assim sua vitória será certa.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Prontros para ouvir...

"... tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de
meu Pai vos tenho feito conhecer" (João 15:15).


Conta-se uma velha história de um homem, da Virginia,
Estados Unidos, que tinha a reputação de ser sábio e de dar
excelentes conselhos. Um dia, um jovem foi a ele e
perguntou: "Tio Jed, como você adquiriu toda a sua
sabedoria?? "Bem, eu adquiri minha sabedoria através de
muitas experiências", respondeu ele. O jovem tornou a
perguntar:"Sim, mas, como você adquiriu todas essas
experiências?" "Bem", refletiu o homem, "eu as consegui após
muitas decisões equivocadas".


Se outras pessoas trilham a estrada antes de nós e nos dizem
com que elas parecem, então, nós somos sábios quando
escutamos o que elas têm a nos dizer.


Muitos enganos cometemos em nossas vidas porque não estamos
prontos a ouvir a sabedoria daqueles que já passaram pela
mesma situação. Achamos que podemos fazer de tudo e, se as
nossas atitudes nos causam frustrações e sofrimentos, o
problema é nosso e ninguém tem nada com isso. Afinal, não
precisamos de conselhos, nem de advertências, nem de
sugestões de outras pessoas. Cremos que sabemos de tudo e
que somos melhores do que todos os demais. Com isso,
enfrentamos angústias que poderiam ser evitadas...


Na vida espiritual acontece o mesmo. Erramos por não desejar
ouvir a palavra sábia daquele que melhor pode nos
aconselhar. Ele não somente é o Senhor dos Senhores, o Rei
dos reis, o Salvador que morreu na cruz para nos salvar, o
Filho de Deus, mas também nosso melhor Amigo. Ele nos relata
tudo quanto ouviu do Seu Pai. Ele nos ensina o caminho, nos
mostra o que é amar, nos fala de fé e esperança, nos levanta
após uma queda, nos consola quando estamos tristes, nos
abraça e comemora quando estamos alegres, nos ensina a viver
de forma abundante e plena.


Você quer experimentar uma vida de sabedoria e conquistas?
Ninguém pode nos ensinar melhor o caminho da vitória do que
o nosso Amigo Jesus.

Até quando?

O perfil de Davi, desde sua juventude, o retrata como um grande herói.
Como pastor, enfrentou urso e leão para defender suas ovelhas. Com a mesma fé enfrentou Golias e livrou Israel dos filisteus.
Mas sua fé não se limitava apenas às conquistas.
Seu lado devocional amenizava a angústia depressiva do rei Saul.
Davi foi um homem respeitado por sua fé, coragem, determinação e liderança.
Mas nem sempre foi assim. Grande parte de sua vida esteve entre as feras. Suas fugas, alimentadas pelo pavor da morte, além das dúvidas, amarguravam sua alma ao extremo.
Nenhum autor sagrado foi capaz de exprimir seus tormentos pessoais. Ele mesmo exprime isso, através de alguns Salmos.
No Salmo treze, por exemplo, ele manifesta tanta ansiedade pela resposta Divina que chega a imaginar que Deus o esqueceu.
“Até quando, Senhor? Esquecer-Te-ás de mim para sempre?”
Não é isso que, às vezes, se dá com os fiéis?
“Até quando ocultarás de mim o Teu rosto?
Até quando estarei eu relutando dentro em minha alma, com tristeza no coração cada dia?”
Até quando, também perguntamos, temos de resistir às angústias sem a resposta Divina?
“Até quando se erguerá contra mim o meu inimigo?”
As quatro vezes consecutivas em que ele expressa até quando indicam seu limite de sofrimento.
De fato, não se pode esperar da vida cristã um mar de rosas. Ao contrário, por todo o caminho haverá espinhos. Mas é o único que garante acesso à porta estreita.
Antes do término do clamor, Davi foi ouvido. Tanto que ele encerra o Salmo louvando:
“No tocante a mim, confio na Tua graça; regozije-se o meu coração no Teu salvamento. Cantarei ao Senhor, porquanto me tem feito muito bem.” Salmo 13.5-6
Não dê atenção ao passado, minha amiga e meu amigo!
Ele não existe mais. Você, sim, existe com o seu presente.
Faça parceria com o Espírito de Deus HOJE e garanta o seu FUTURO!
Eu o (a) abençoo em o Nome do Senhor Jesus Cristo!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Livre-se dos espinhos...

"Quem é Deus semelhante a ti, que perdoa a minha iniquidade, ... e
tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar"
(Miquéias 7:18, 19).


Muitos de nós, cristãos, somos como a pequena menina que
começou a brigar com uma amiga. Sua mãe, que ouviu quando
discutiam, chamou a filha e lhe disse que estava errada e
que necessitava pedir perdão a Deus. Então, a menina se
ajoelhou para orar e, humildemente, pediu: "Ó Deus, por
favor me perdoe por ficar brava e discutir com Raquel". Mas,
sua atitude permanecia errada, e, continuando a orar falou:
"E faça Raquel vir a mim e pedir meu perdão. Ó Senhor, não
lhe dê descanso até que não aguente mais e venha me pedir
que a perdoe!"


Como essa atitude tem sido real em nossas vidas! Estamos
sempre certos! Os outros estão sempre errados! Eu tenho o
direito de... Não me darei por satisfeito até que... Eu me
vingarei... E assim por diante. A razão é sempre nossa,
mesmo que saibamos que isso não é verdade.


Às vezes também dizemos: "Eu perdoo... mas, não esqueço! E
que tipo de perdão é esse? Um perdão que guarda mágoas não é
perdão. Um perdão que esconde ressentimentos nas gavetas do
coração não é perdão. Um perdão que a todo tempo é lembrado
não é perdão. Um perdão que só existe da boca para fora
nunca foi e nunca será perdão.


O perdão verdadeiro é como o do nosso Senhor. Ele perdoa e
esconde o que foi perdoado nas profundezas do mar. Ele
jamais se lembrará dos nossos erros confessados e
arrependidos. Serão como se nunca houvessem existido.


Quando conservamos atitudes pretensamente perdoadas, não
experimentamos a cura das feridas, não desfrutamos da
alegria de livrarmo-nos delas, não nos regozijamos com a
vida abundante que Cristo veio nos trazer. As pessoas a quem
perdoamos se sentem livres e felizes e nós nos mantemos
aprisionados a uma angústia interminável.


Se você quer voltar a sorrir e cantar... livre-se
imediatamente de todos os espinhos que ainda estão ferindo
sua alma. Perdoe... e esqueça!

O sono da morte!!!


Nem sempre o sonho se dá durante a noite de sono. Os que sonham os sonhos de Deus o fazem durante o dia, porque aliam a fé com a razão.
Por outro lado, olhos atentos durante o dia não evitam o sono da morte. É o que tem acontecido com os caídos e teimosos.
Um dia, estiveram de pé. Conquistaram significativas vitórias em várias áreas da vida.
Mas, por um descuido na fé, se deixaram levar pelo sentimento e caíram.
Caíram por questões sentimentais, amor ao dinheiro ou por sentimento ferido. O motivo não vem ao caso...
O fato é que caíram.
Tinham como se levantar? Sim.
Conheciam o caminho? Claro!
E por que não o fizeram?
Orgulho.
O orgulho alimentava a ideia: o que vão pensar de mim? E a minha imagem?
Ou seja, não estavam preocupados por terem entristecido o Espírito de Deus.
Um dos maiores heróis da fé, senão o maior, confessou: “Cozinhei sobre a minha pele a túnica e revolvi o meu orgulho no pó”. Jó 16.15
Na sua maior dor e aflição, o rei Davi clamou:
“Atenta para mim, responde-me, Senhor Deus meu! Ilumina-me os olhos, para que eu não durma o sono da morte.” Salmo 13.3
Quem sabe você, minha amiga ou meu amigo, não esteja dormindo o sono da morte por conta do orgulho?
Livre-se dele enquanto você está vivo (a)!
Melhor é viver humilhado do que descer ao inferno cheio de si.
Só o sacrifício é capaz de quebrar o maldito orgulho.
Tenha compaixão, ó meu Deus, dos possuídos do espírito de orgulho.

Quem pode julgar?

"Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o
juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com
que tiverdes medido vos hão de medir a vós. E por que
reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não
vês a trave que está no teu olho?" (Mateus 7:1-3)


"Quando nós vemos um irmão ou uma irmã em pecado, existem
duas coisas que nós não sabemos: Primeiro, nós não sabemos o
quanto se empenharam para não pecar. E segundo, nós não
sabemos qual o poder ou forças que os dominaram. Não
sabemos, também, o que teríamos feito nas mesmas
circunstâncias."


Temos o hábito de julgar as pessoas. "Ele é fraco e não sabe
resistir aos momentos de dificuldades"; "ela se deixa
envolver facilmente com coisas erradas"; "eles bem que
poderiam ter evitado aquela situação"; e outros comentários
semelhantes. Até pinabaláveis.

Por que, em vez de criticar e condenar as pessoas, não
procuramos compreender a situação? Por que, em vez de virar
as costas aos "pecadores" não nos oferecemos para ajudá-los,
para abraçá-los, para mostrar-lhes algo melhor? Temos o
dever de amá-los e não de diminuí-los ainda mais.


Por acaso nós nos colocamos em seus lugares? Seríamos nós
arece que não erramos nunca, que não
fraquejamos em nenhum momento, que somos sempre fortes e
mais santos e firmes semesmas facilidades? Teríamos coragem de atirar pedras, como
não tiveram os acusadores da mulher pecadora dos tempos de

Cristo?


Por que o Senhor Jesus nos mandou cuidar primeiro do cisco
de nossos olhos antes de querer tirar o dos nossos irmãos?
Somos mais santos que eles? Somos mais puros que eles? Temos
as vestes mais brancas do que as deles?


Todos nós somos abençoados pela misericórdia e pelo amor de
nosso Senhor. Que saibamos agir da mesma forma com todos que
estão diante de nós. enfrentássemos os mesmos dilemas?
Resistiríamos mais se sofrêssemos as mesmas tentações?
Agiríamos com mais honestidade se nos confrontássemos com as

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Leve tribulação

Por mais grave que tenha sido o motivo do abandono da fé e da comunhão com o Espírito Santo, ainda assim, tal motivo jamais será justificável para se divorciar do Senhor Jesus Cristo.
Que culpa Ele tem se um de Seus supostos servos lhe criticou, julgou, magoou, prejudicou, roubou, mentiu, prostituiu, traiu, enfim, fez alguma coisa má que Ele jamais ensinou?
Infelizmente, os ex não conseguiram identificar que por trás dos motivos que os afastaram estava o diabo atuante naqueles supostos servos.
Além disso, quando se rejeita Jesus, automaticamente, se abraça o diabo.
A vida cristã nunca foi, não é e jamais será um mar de rosas. Os que assim pensam e creem, cedo ou tarde, vão se decepcionar e cair fora.
Se o Senhor foi traído com um beijo, imagine o que Seus servos devem esperar!
O fato é que o Reino de Deus é tomado por violência e só os violentos na fé tomam posse dele.
Os demais, que são tímidos, fracos e covardes, são excluídos por conta das leves e momentâneas tribulações.
E esquecem que elas são para o amadurecimento da fé. Ou será que os convertidos querem manter-se imaturos na fé por toda a vida?
E se assim o querem, como poderão tomar posse das promessas Divinas sujeita apenas para adultos?
Eis a profecia para os ex e afastados:
“Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, Eu, todavia, não Me esquecerei de ti.” Isaías 49.15

A quem devemos agradar?

"Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro
agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens,
não seria servo de Cristo" (Gálatas 1:10).

"Eu desejo muito ser um bom administrador, para que, no
final, ao entregar o governo desta nação, mesmo que tenha
perdido todos os amigos na terra, pelo menos um amigo
permaneça, dentro de mim." (Abraão Lincoln)

Quantos de nós pensamos da mesma maneira? Temos querido que
o Senhor esteja sempre em nossos corações? Temos procurado
exaltá-lo e fazê-lo conhecido de todos os nossos amigos?
Temos nos regozijado quando nos falam que há um brilho
especial em nossas vidas?

O Senhor não estará conosco se agirmos com desonestidade em
nosso trabalho e negócios. Ele não nos acompanhará quando
andarmos por caminhos que envergonham Seu nome. Não ficará
junto a nós se insistirmos em viver uma vida de mentiras e
enganos. Não nos abraçará se, hipocritamente, tivermos uma
conduta na igreja e outra fora dela.

A quem nos importa agradar? Entregamo-nos aos prazeres do
mundo para agradar os amigos do mundo ou preferimos colocar
nossas ações diante do Senhor para engrandecer Seu nome?
Oferecemo-nos aos deleites passageiros, que nada acrescentam
à nossa edificação pessoal ou regozijamo-nos em buscar um
crescimento espiritual que não somente nos dará a verdadeira
felicidade aqui nesta terra como por toda a eternidade?

Eu quero agradar a Deus! Quero sempre ouvi-lo e obedecê-lo.
Sei que isso me fará imensamente feliz; que preencherá meus
dias com grandes conquistas e vitórias; que me permitirá
desfrutar de grandes bênçãos; que me conduzirá, com grande
júbilo, às moradas celestiais.

Agradando a Deus eu me agradarei. Nada terei que me possa
envergonhar. Estarei sempre na presença do Senhor e Ele
estará sempre comigo. Aleluia!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Lembra do pato???

Nas férias, dois irmãos visitavam seus avós no sítio.
O menino ganhou um estilingue para brincar no mato. Praticava sempre, mas nunca conseguia acertar o alvo.
Certa tarde, viu o pato de estimação da vovó.
Em um impulso atirou e acabou acertando o pato na cabeça e o matou. Ele ficou chocado e triste! Entrou em pânico e escondeu o pato morto no meio da mata.
Beatriz, sua irmã, viu tudo, mas não disse nada aos avós.
Após o almoço, no dia seguinte, a avó disse:
— Beatriz, vamos lavar a louça.
Mas ela disse:
— Vovó, o Filipe me disse que queria ajudar na cozinha.
E olhando para ele sussurrou:
— Lembra do pato? — então, Felipe lavou os pratos.
Mais tarde o vovô perguntou se as crianças queriam pescar e a vovó disse:
— Desculpe, mas eu preciso que a Beatriz me ajude a fazer o jantar.
Beatriz apenas sorriu e disse:
— Está bem, mas o Filipe me disse que queria ajudar hoje.
E sussurrou novamente para ele:
— Lembra do pato?
Então, Beatriz foi pescar e Filipe ficou para ajudar.
Após vários dias, Filipe sempre ficava fazendo o trabalho de Beatriz até que ele, finalmente, não aguentando mais, confessou para a avó que tinha matado o pato.
A vovó o abraçou e disse:
— Querido, eu sei... eu estava na janela e vi tudo, mas porque eu te amo, eu te perdoei. Eu só estava me perguntando por quanto tempo você iria deixar a Beatriz lhe fazer de escravo!
Qualquer que seja o seu passado, ainda que de mentiras, enganos, maus hábitos, mágoas, seja o que for, você precisa saber que Deus estava na janela e viu como tudo aconteceu.
Ele conhece toda a sua vida, Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você já está perdoado.
Ele está apenas querendo saber por mais quanto tempo você vai deixar que o diabo te faça de escravo.
Deus só está esperando você pedir perdão, Ele não só perdoa, mas Ele se esquece.
O preço é a fé para que Deus te perdoe.
Vá em frente, faça a diferença e lembre-se sempre: Deus está na janela e sabe de tudo!
A vontade de Deus nunca se manifestará sem que você tome uma atitude de fé.