Quando pensei em escrever sobre esse tema, me veio à memória uma senhora que vou chamar de “a tia do café”.
Semanalmente, quando volto da viagem a trabalho de Macaé, paro em algum posto de gasolina pelo caminho. Mas confesso que já há algum tempo tenho parado no mesmo posto, por um motivo simples: “a tia do café”.
Neste posto em questão existe uma senhora baixinha, franzina, devidamente uniformizada, que nos recebe logo que paramos pra abastecer, com um sorriso impar, uma alegria contagiante e uma abordagem que desfaz qualquer mal humor...: “Boa noite meu filho, você aceita um cafezinho?”
Aquela senhora, com sua simpatia, cativa a todos que param pra abastecer. Recentemente escutei comentários de colegas de trabalho, que também notaram a simpatia daquela senhora, quando lá abasteceram. E já há algum tempo quando penso em abastacer na volta pra casa, escolho o posto da “tia do café”.
Esse exemplo nos mostra que não precisa ser médico, advogado ou ter outra profissão tradicional de destaque para fazer a diferença. Pois quando se faz com amor, com entrega e com alegria, o fardo se torna mais leve e o reconhecimento é apenas uma questão de tempo. Aquela senhora servindo cafezinho, faz com sua simpatia toda a diferença naquele posto. Em tempos de frieza, impessoalidade e distanciamento entre as pessoas, um sorriso ou um gesto de carinho pode ser um bom começo para fazer a diferença.
Gostei muito do texto, meu camarada.
ResponderExcluirParabéns!
Abração